União Europeia Desafios sociais e políticos – Resumo

União Europeia
Desafios sociais e políticos
A União Europeia construiu nas últimas décadas um modelo de desenvolvimento fundamentado em políticas econômicas visando ao progresso social de seus cidadãos. Os Estados e as instituições do bloco promovem parcerias para reduzir as disparidades socioeconômicas, criar empregos e proporcionar o bem-estar da população.

Com a crise mundial de 2008-2009, muitos países europeus contraíram dívidas imensas e entraram em declínio econômico.

A opção de boa parte deles para fugir da crise foi a adoção do corte de gastos públicos. Essas políticas geraram duras consequências para os cidadãos europeus, que tiveram de lidar com declínio social e aumento do desemprego. Além dos impactos causados pela crise mundial, a Europa convive atualmente com desafios demográficos por causa do envelhecimento populacional.

Para analisar o poder de compra, utiliza-se um indicador denominado Paridade do Poder de Compra (PPC). Esse é um indicador econômico que compara as moedas dos países com o dólar e é importante porque, apesar de existir uma moeda comum (o euro), alguns poucos países não a adotam, tornando diferente o valor do dinheiro
A União Europeia tem 513 milhões de habitantes, o que representa cerca de 7% da população mundial. A taxa de fecundidade (número de filhos por mulher) dentro do bloco é de aproximadamente 1,5 filho por mulher — a menor do mundo. jovens (15% da população europeia) e a considerada em idade ativa, ou seja, entre 15 e 64 anos (65%). No mesmo ano, a população idosa tinha uma participação de cerca de 20%. Por meio da análise dessa pirâmide e tendo em vista as baixas taxas de fecundidade e natalidade, concluímos que a tendência para os próximos anos é de que a população europeia comece a diminuir de tamanho e envelheça cada vez mais.

No continente europeu, a maioria dos países apresenta IDH entre médio e muito alto. O PIB desses países é elevado e, como na maioria deles a população não é muito grande, o PIB per capita é expressivo. A alta escolarização, o acesso à saúde e a qualidade desses serviços promovem o IDH do continente.

mesmo com toda essa integração políticoeconômica, ainda há importantes divergências entre os países do bloco, principalmente no que se refere à política de migrações. A entrada cada vez maior de imigrantes tem gerado discussões quanto à segurança interna do bloco.

A Europa começou a receber um número expressivo de imigrantes após a Segunda Guerra Mundial. O continente, então em reconstrução, precisava de trabalhadores e de reposição populacional. Ao mesmo tempo, os processos de descolonização na África e na Ásia geraram guerras civis e fuga de pessoas desses continentes.

Espaço Schengen, que derrubou as fronteiras internas para a circulação de pessoas entre diversos países do continente. A intenção desse acordo era fortalecer as migrações internas entre os membros e aumentar o controle das fronteiras externas comuns.