O Squash é um dos esporte que mais crescem no mundo atualmente. Estima-se que cerca de 15 a 20 milhões de pessoas em 136 países pratiquem squash com regularidade, em 47 mil quadras. Seu surgimento apresenta versões diferentes: uma delas refere-se ao início do século XIX quando penitenciários da prisão Fleet Debtors, na Inglaterra, inventaram o “Game of Rackets”, arremessando uma bola sólida contra muros usando-se bastões; outra relaciona o esporte à “péla”, um jogo tradicional em vários países europeus desde a Idade Média. Depois da Primeira Guerra Mundial começaram os campeonatos mundiais, internacionais e regionais de Squash e finalmente em 1929 foi fundada a Squash Rackets Association, entidade internacional gestora do esporte. Instituiu-se, então, o Campeonato Open, que foi dominado por ingleses e egípcios até pouco depois da Segunda Guerra Mundial. Entre 1950 e 1980 os ingleses dominaram os campeonatos e torneios mundiais mas dividindo-os com atletas do Paquistão e da Austrália. Neste período consolida-se a prática popular do Squash em diferentes países dos cinco continentes, embora em porte bem menor do que o tênis, também disseminado à época em larga escala.

Hoje, a prática de squash define-se a partir de instalações apropriadas ao esporte tanto para o lazer como para a competição atlética. Nesta última alternativa, usa-se o sistema de ranking além de campeonatos e torneios nacionais e internacionais, em termos amadores e profissionais, nas categorias masculina e feminina. O squash está incluído nos Jogos Sul-Americanos e Panamericanos, mas não se inseriu todavia nos Jogos Olímpicos. No plano internacional, há três organizações principais que regulam ranking e competições: World Squash Federation – WSF, Professional Squash Association – PSA e Women’s International Squash Players Association – WISPA. Para a apreciação dos países quanto ao desenvolvimento do squash além do ranking de atletas, as entidades internacionais usam o critério da quantidade de quadras disponíveis.

Início Século XX: No Brasil, a primeira quadra de squash foi construída junto às minas de ouro de Nova Lima – MG, trazida por engenheiros ingleses. Em clube esportivo, a primeira quadra surgiu no clube SPAC (São Paulo Athletic Club) na década de 1930. No final da década de 1970 e início dos anos de 1980, o primeiro grande avanço do Squash começou com a construção de quadras em clubes e academias de São Paulo e Rio de Janeiro. No final dos anos de 1980, novas quadras foram construídas no Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, e Belém do Pará.

1979: Primeira federação fundada: a Federação Paulista de Squash atraves do Sr.Carlos Salem e Sr.Luiz Frisoni em 20/11 deste ano.

1982: Fundação da federação de Squash do RJ neste ano, por filhos de ingleses liderados por John Hughes. A Associação Brasileira de Squash foi fundada em 1985 tendo Carlos Salem com seu primeiro presidente. Depois seguiram-se as federações de Minas Gerais (Marcus Guimarães e Alexandre Moreira), Paraná (Cassibo Buffara / José Baggio) e Rio Grande do Sul (Luiz Augusto Borges, Marcos Bastian e Emílio Fernandes). A partir destas entidades, atletas brasileiros passaram a representar oficialmente o país.

Década de 1980: Kiko Frisoni de São Paulo dominou o Squash Brasileiro e sul-americano desde seu inicio tendo sido o único deca-campeão brasileiro (10 vezes) e venceu no total 11 campeonatos Brasileiros e diversos campeonatos sul-americanos. Frisoni tem sido considerado o melhor atleta brasileiro de todos os tempos na modalidade. Ele, juntamente com Paulo Troyano também de São Paulo, liderou o Squash Sul-americano ate o final da década de 80. No feminino destacam-se duas atletas paulistas: Denise Pastore, diversas vezes campeã brasileira e Sulamericana, e Karen Redfern que desde o final da década de 1980 até os dias de hoje é considerada uma das principais atletas da modalidade. De Minas Gerais tem se destacado Flavia Roberts, a melhor brasileira classificada no ranking mundial até a presente data – 17o lugar em 1988 – antes radicada na Inglaterra e que somente a partir de 1994 começou a jogar por equipes brasileiras, tendo sido campeã brasileira em 1996.

1991: A Confederação Brasileira de Squash-CBS foi oficialmente fundada no dia 21 de Junho de 1991 na sede do Comitê Olímpico Brasileiro com apoio do então Presidente do COB, Andre Gustavo Richer e do Presidente da CBDT (Confederação Brasileira de Desportos Terrestres), Aloisio Amorim. Após a regularização das federações estaduais a CBS teve sua primeira eleição em 1994 tendo sido eleito Fernando Mont’alverne (ex-presidente do Rio Squash Clube), depois reeleito por unanimidade em 1996. A CBS filiou-se ao COB em 1994, com sede no RJ.

1995: Neste ano foi fundada a Federação Brasiliense de Squash por Fernando Melo, que com o apoio de Heraldo Conceição e Eurico de Aquino, organizaram o esporte na cidade realizando diversos torneios, clínicas (treinamento), cursos de regra e etc. Antes houve uma implantação pioneira de squash pelo Clube do Congresso, em 1989, com duas salas adaptadas e cerca de 80 jogadores. No final de 1990, a Academia Julio Adnet construiu 3 quadras com dimensões oficiais, o que deu um grande impulso e possibilitou a realização de eventos oficiais e melhor organizados. Partindo-se dessa base, o impulso de 1995 passou a ter um significado de pólo de desenvolvimento da modalidade pois foi induzido por intervenções propositais da nova federação.

1996: Primeiro Campeão Universitario Mundial deste ano, Paul Conolly (RJ), venceu na semi-final ao Frances Thierry Lincou (atual número 1 no ranking mundial).

Década de 1990: No masculino depois de Kiko Frisoni, surgiu o atleta Mário de Oliveira (do Paraná, mas radicado em São Paulo) e depois o atleta do Rio de Janeiro, Luís Eduardo Borges sendo o primeiro fora de São Paulo a conquistar um campeonato brasileiro em 1994. Outro carioca surgiu com excelente nível: Paul Conolly, campeão brasileiro em 1995 e primeiro campeão mundial universitário em 1996. Sempre citado entre os melhores, é Ronivaldo Santos Conceição, também de São Paulo, sagrando-se campeão brasileiro em 1997 e bi-campeão em 1998.

2000: Consolidação do cluster de squash em Brasília que ganhou força de irradiação tanto na cidade com no Estado próximo de Goiás por meio de (1) fortalecimento do Circuito Centro-Oeste de Squash (início em 1997) sob direção da federação local; (2) construção de quadras pelas Academias FIT 21 e Headway com 3 e 5 quadras respectivamente; (3) inauguração da Vila do Tênis (4 quadras) onde aconteceu pela primeira vez um grande evento de nível nacional: XXII Campeonato Brasileiro de Squash. Como resultado destes estímulos, em 1999, o campeão brasileiro profissional, Rafael Alarcon de Goiás, tornou-se o primeiro desta categoria fora do eixo São Paulo – Rio de Janeiro. Hoje, em Brasília, há mais de 500 praticantes assíduos e 15 quadras. O calendário anual de torneios é composto pelos campeonatos dos circuitos Brasiliense e Centro-Oeste com 2 e 5 etapas por ano respectivamente. Os torneios do Circuito Brasiliense recebem em média 90 inscrições e os do Circuito Centro-oeste mais de 130.

Situação Atual: Hoje há federações de squash em RS, PR, SC, RJ, ES, MG, DF, SP ; outros estados com federações em processo de filiação: Sergipe (Aracaju) e Paraiba (Campina Grande). O squash é praticado num total de 19 estados do Brasil, contando com aproximadamente 60.000 praticantes e 1.000 quadras (em clubes, academias, apart-hotel e hotéis). Do total de praticantes, cerca de 50% pertencem ao Estado de São Paulo cujo interior é a área de maior envolvimento com este esporte no país. Neste particular, a cidade do Rio de Janeiro tem decrescido em importância, somando apenas 17 clubes, academias e condomínios em 2003. Nas demais regiões do país, a recente expansão tem tido lugar fora dos grandes centros urbanos. Neste últimos locais há uma tendência em ofertar práticas de squash em novos condomínios e hotéis como diferencial mercadológico em vendas e serviços.

No que se refere ao âmbito internacional, cabe mencionar a Confederação Sulamericana e a Federação Panamericana de Squash, nas quais o Brasil participa efetivamente na Secretaria e com membros nos comitês de arbitragem, de treinadores e desenvolvimento juvenil. A Federação Panamericana de Squash é responsável direta pela participação do Squash nos Jogos Panamericanos, evento em que todas as vezes em que o squash foi disputado, os representantes brasileiros conquistaram medalhas. A despeito desta superioridade continental, numa perspectiva mais ampla de resultados entre países, o squash brasileiro torna-se paradoxal por constituir o sexto país em número de quadras e ocupar a posição 69 masculino, Rafael Alarcon (SP), 125 masculino, Luciano Barbosa (RS), 125 masculino, Ronivaldo Santos (SP) e 179 masculino, Luiz Felipe Borges (RJ, morando em Miami) do ranking internacional válido para 2003.

A explicação corrente situa-se nas dificuldades financeiras enfrentadas pelos atletas nacionais ao buscarem intercâmbio internacional, como também nos programas de incentivo de governo que vários países desenvolvem com seus talentos (apoio científico no treinamento). Em conseqüência destes obstáculos, a Confederação Brasileira de Squash – CBS, ainda em 2003, associou-se à Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS a fim de constituir um Centro de Alto Rendimento de Squash, por meio do qual pretende-se mapear perfis de atletas brasileiros em diversas variáveis fisiológicas e psicológicas. Isto posto, será possível comparar as informações obtidas com análises semelhantes a esta realizadas com atletas de outros países, o que permitirá levantar diferenças entre os atletas brasileiros e os melhores atletas do mundo, e portanto identificar condições para melhorar resultados.

Planejamento estratégico da Confederação Brasileira de Squash, 2002 – 2012

Missão

Dirigir, difundir e incentivar no país, o esporte do SQUASH em todas as suas manifestações, trabalhando pelo progresso das entidades filiadas e representando o país no exterior em qualquer atividade pertinente ao esporte, no âmbito de sua competência.

Análise do ambiente externo – As oportunidades:

a. Crescimento acentuado da Industria do esporte no mundo e no Brasil;

b. As atividades do lazer e os benefícios para o bem estar e autoestima, fazem com que mais pessoas pratiquem esportes, em suas mais diversas modalidades;

c. Esporte incluído como atividade esportiva em muitas academias de ginástica junto ao FITNESS;

d. O Esporte é reconhecido pelo Comitê Olímpico Internacional, com possibilidade de sua inclusão no programa dos Jogos Olímpicos;

e. Esporte incluído nos principais eventos multi-esportivos mundiais, como Jogos Panamericanos, Jogos Sulamericanos, Jogos Bolivarianos, Jogos Centro-Americanos, Jogos Centro- Americanos e do Caribe, Jogos da Comunidade Britânica, Jogos Asiáticos, Jogos Africanos, Jogos Mundiais e outros;

f. O aumento do número de empresas que investem no esporte em nosso país vêm exigindo uma nova postura gerencial com foco cada vez maior em ações de marketing ligados ao setor;

g. Possibilidade de projetos em parceria com Governos em todos os níveis;

h. Ativa participação de dirigentes brasileiros em federações internacionais, com grande ganho político para o desenvolvimento da modalidade.

As Ameaças

a. Não estar incluído no Programa dos Jogos Olímpicos;

b. Esporte novo e com estrutura amadora, em processo de transição de esporte de lazer para esporte de competição;

c. Esporte pouco conhecido pelo publico em geral;

d. Esporte pouco divulgado pela mídia;

e. Falta de Lei de Incentivo Fiscal ao esporte, que possibilite as empresas patrocinarem eventos e projetos, conforme já ocorre na área cultural;

f. Descrédito de algumas entidades esportivas;

g. Concorrência com outros esportes de maior popularidade e tradição;

h. Falta de maior apoio do Comitê Olímpico Brasileiro, da Secretaria Nacional do Esporte e das Secretarias Estaduais e Municipais de Esporte e Lazer;

Análise do ambiente interno – Os pontos Fortes:

a. Alto grau de comprometimento e motivação das pessoas envolvidas nas federações filiadas, apesar dos poucos recursos financeiros;

b. Experiência da entidade na organização de grandes eventos, como Campeonatos Pan-americanos, Campeonatos Internacionais e Mundiais, e com Congressos;

c. Interesse cada vez maior de dirigentes, árbitros e treinadores, no aprimoramento de sua capacitação profissional;

d. Esporte com crescimento constante, com a construção de quadras, aumento do numero de praticantes, venda de material para a pratica e com a realização de eventos;

e. Novos Patrocinadores ligando sua marca ao esporte;

f. Inicio do processo de profissionalização da organização de eventos;

g. Atletas nacionais com grande potencial técnico;

Os pontos Fracos

a. Falta de maior transparência da administração da entidade, com a divulgação de suas dificuldades, seus sucessos e das ações implementadas;

b. Poder centralizado nas mãos de poucas pessoas;

c. Falta de recursos financeiros de fluxo constante;

d. Dificuldade para implantação de novas fontes de financiamento;

e. Comprometimento de recursos pessoais de membros da Diretoria da entidade, que atrapalham o melhor desenvolvimento da entidade;

f. Falta de profissionalização dos dirigentes em todos os níveis, sem dedicação exclusiva, todos trabalhando de forma amadora;

g. Falta de profissionais capacitados no nível gerencial e técnico;

h. Falta de planejamento, projetos, programas, objetivos e metas da entidade e de suas filiadas direta e/ou indiretamente;

i. Falta de maior participação das federações, de clubes e academias no planejamento da entidade;

j. Apesar do crescimento em muitas partes do País, há declínio e/ ou estagnação em alguns estados importantes;

k. Inicio de disputas políticas e de interesses pessoais, com o surgimento de criticas das mais diversas ao trabalho dos dirigentes e das entidades;

l. Falta de interesse dos atletas em participar das decisões do esporte.

Objetivos e Estratégias

OBJETIVOS

I. Transformar o Pais em uma das 5 (cinco) maiores potencias do mundo no esporte, no nível técnico e administrativo/empresarial até 2012;

II.Transformar a entidade em empreendimento auto-sustentável, com administração de caráter empresarial e com reconhecida excelência na gestão de projetos;

III.Apresentar o esporte como “Novo Produto” para investimento junto a potenciais patrocinadores de eventos, empresas de organização de eventos e marketing esportivo, empresas de produtos específicos para a pratica da modalidade e como atividade empresarial para investidores com interesse no setor de lazer e entretenimento;

IV.Buscar apoio cientifico, material e financeiro para os melhores atletas e os juvenis de maior potencial do País, além da Formação de Equipes Nacionais Permanentes com Comissão Técnica formada por profissionais em todas as áreas;

V. Capacitar Profissionais nas diferentes áreas – Professores, Árbitros e Administradores e Gerentes Esportivos – na Administração de Entidades e no Gerenciamento de Unidades Esportivas;

VI. Implementar programas para a iniciação de crianças e Jovens e projetos para detectar novos talentos;

VII. Maior divulgação do esporte na mídia e junto ao publico em geral, para melhor conhecimento da modalidade e possibilitar o aumento do numero de praticantes.

ESTRATÉGIAS

Adaptar dentro de nossa realidade, programas bem sucedidos de outras associações internacionais;

Implementar Programas e Projetos, definindo metas, com monitoramento constante e cobrança de resultados;

Buscar recursos para construção de um Centro de Treinamento na cidade do Rio de Janeiro, para ser gerenciado pela CBS, possibilitando novas fontes de receita para a entidade, como o Centro Nacional da Associação da Nova Zelândia;

Buscar pessoas com conhecimento, interesse e disponibilidade, para cargos de diretoria e/ou comitês – atuais ou novos á serem criados, junto a entidade e/ou filiadas;

Buscar outras fontes de receita para a auto-suficiência da entidade;

Adaptar programas bem sucedidos em outras associações nacionais, como a CBV – Vôlei, dentro das possibilidades e necessidades da entidade;

Organizar mais eventos nacionais e internacionais;

Buscar a transmissão de mais eventos na TV;

Transformar cada coordenador de programa em gerente de uma unidade de negócios, com orçamento próprio e metas pré-determinadas;

Contratar profissionais qualificados para as áreas de captação de recursos e marketing esportivo;

Colaborar na fundação de novas federações;

Elaborar Plano de Marketing;

Promover Workshops com empresas especializadas na organização de eventos, agencias de propaganda e diretoria de marketing de potenciais clientes, apresentando o esporte como uma nova ferramenta para as ações de marketing.

Incentivar parcerias entre empresas nacionais e internacionais de equipamentos e construções esportivas;

Aprimorar a qualidade das construções de quadras com implementação de novas tecnologias mais atrativas, para aumento do numero de praticantes, possibilitando maior e mais rápido retorno do investimento em centros especializados e academias de ginástica;

Promover construção de novos centros;

Promover construção de novas quadras;

Apoiar franquias tipo Squash Meeting;

Promover seminários com especialistas na gestão de centros esportivos e de marketing esportivo, junto a proprietários de centro comerciais e gerentes de clubes esportivos, incentivando a melhoria das instalações e implementação de novas ações para promoção do esporte;

Buscar na parceria com o CENESP/UFRGS, apoio para treinamento e aperfeiçoamento dos atletas;

Buscar junto aos patrocinadores apoio financeiro, de material esportivo e diversos, para os principais atletas nacionais e comissão técnica permanente;

Buscar Junto ao COB – LEI PIVA, apoio para a formação das equipes nacionais permanentes e aos demais programas, como as que estão sendo executadas junto as outras confederações olímpicas;

Buscar maior parceria junto a Secretaria Nacional do Esporte e as Secretarias Estaduais e Municipais;

Buscar recursos financeiros para aperfeiçoamento da parceria com o CENESP/UFRGS e implementação de outras, com as associações do Canadá, da Inglaterra e da Austrália na área técnico/cientifica;

Buscar parcerias com FGV, Sebrae e outras instituições na área de treinamento de recursos humanos;

Firmar convênios com instituições de ensino para pesquisas e elaboração de projetos, junto aos cursos de graduação e pósgraduação nas áreas de Estatística, Educação Física, Nutrição, Psicologia, Administração & Marketing Esportivo e outros;

Implementar programa de iniciação ao esporte em projetos conjuntos com Prefeituras, com a construção de quadras publicas e treinamento de professores, e em conjunto com empresas, para doação de material esportivo, inicialmente junto aos municípios interessados de Volta Redonda e de Macaé, no Estado do Rio de Janeiro;

Elaborar projetos de caráter social para busca de apoio financeiro junto a empresas, através do Fundo Nacional da Criança e do Adolescente – CONANDA e de outros fundos e parcerias com ONGs;

Buscar junto a CENESP – UFRGS e outras instituições, programas para detectar novos talentos para o esporte;

Elaborar nova Home Page da entidade na Internet;

Promover os ídolos do passado e os atuais – espelho das futuras gerações, como as estrelas do esporte;

Contratar Assessoria de Imprensa permanente;

Buscar outros meios de divulgação na mídia, como revistas especializadas e programas de TV;

Buscar a inclusão do esporte nos Jogos Estudantis, Universitários e Abertos do Interior, a nível regional e nacional em conjunto com as filiadas.

Mais sobre a historia do Squash:

squash-historiaEsporte jogado com raquetes e uma bola de borracha macia numa quadra cercado por quatro paredes. As raquetes têm aros menores mas cabos mais compridos que as usadas no tênis. A bola é servida em zonas especiais marcadas no solo, e só o jogador que serve pode marcar pontos. Se a devolução falhar, o serviço passar para o adversário. Os jogadores batem na bola alternadamente e esta deve bater na parede da frente antes de tocar no chão. Pode, todavia, bater em qualquer das outras paredes, antes ou depois da parede da frente. A bola pode ser rebatida no ar ou depois de ter quicado uma única vez. Ganha o jogo o primeiro que fizer nove pontos. Se, no entanto, o resultado empatar em oito, o receptor do serviço pode prolongar o jogo até os dez pontos. As partidas são disputadas em melhor de cinco jogos.

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