História da Dança

Normandia, por ocasião da visita do rei Henrique II de Valois e sua mulher, Catarina de Medicis. Num ambiente que devia representar a terra selvagem, há pouco descoberta, 50 índios brasileiros, em companhia de mais de 200 indivíduos, todos nus, pintados e enfeitados à moda dos primitivos habitantes do Brasil, simularam uma luta entre tupinambás e tabajaras.” (ELLMERICH, 1964, p. 108).

Ainda em revelações de Ellmerich (1964), foi a partir de 1538 que vieram as primeiras levas de negros africanos e foi justamente na Dança que a contribuição do africano é de maior importância. Suas Danças, às vezes têm nome de instrumento musical que serve de acompanhamento, exemplo o caxambu, outras ainda nome da cerimônia na qual são executadas, exemplo o maracatu e a gongada.

A princesa Isabel e seu marido, o conde D’Eu, realizaram inúmeros saraus e bailes no seu palácio, que hoje fica em Guanabara. Eles ajudaram a manter as Danças da Europa e a disseminar as brasileiras.

A Dança tem hoje em dia usos nunca sonhados antes. Pode ser usada até terapeuticamente, prescrita por muitos médicos como forma de obter recuperações físicas ou musculares. Segundo Faro (1986) hoje tudo pode ser considerado Dança,

É dança o que de bom se fez no passado, o que de bom se faz agora e o que de bom se fará no futuro, e será dança aquilo que contribuir efetivamente, aquilo que se somar positivamente às experiências vividas por gerações de artistas que dedicaram suas existências ao plantio e cultivo de uma arte cujos frutos surgem agora, não apenas nos nossos palcos, mas nas telas dos nossos cinemas e das nossas televisões, deixando de ser algo cultivado por uma pequena elite para se transformar num meio de entretenimento dos mais populares nas últimas décadas. (FARO, 1986, p. 130).

Conclusões

Em qualquer fase do processo histórico da dança, a melhor forma de se apreciar a dança é como Faro (1986) diz que o ideal seria que o apreciador possuísse conhecimentos históricos e técnicos que lhe permitisse usufruir plenamente o espetáculo representado sua à frente. Este estudo tem assim a intenção de comprovar, com os resultados obtidos na pesquisa bibliográfica, que trabalho é um dos veículos para apreciar a dança da melhor maneira possível e compreende-la em suas diferentes faces apresentadas na sociedade hoje.

Notas

¹ Explicação encontrada no mesmo local da citação como nota de rodapé – “Efod de linho: veste muito curta, uma sorte de tanga que cobria somente os rins; veste ritual dos sacerdotes, bem como do rei, quando este exercia a função sacerdotal.”.

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