História da Grécia

Sistema Gentílico: No genos, a propriedade era comunal e todos dependiam das ordens do chefe político e religioso chamado pater. Quem integrava o genos tinha para com o pater uma relação de parentesco, que produzia também uma subordinação política perante ele. Os que migraram, fundaram diversas colônias em diferentes pontos do mediterrâneo. Assim, surgiram cidades como Torento e Siracusa, no sul da Itália, região que se desenvolveu muito, graças ao cultivo de cereais e que ficou conhecida como Magna Grécia. Na virada do século IX a.C. para o século Vlll a.C., o crescimento populacional defrontou-se com as limitações produtivas do genos: muitos começavam a deixar o genos à procura de melhores condições de sobrevivência, iniciando um movimento colonizador por boa parte do Mediterrâneo. Este movimento, que marca a desintegração do sistema gentílico, é chamado de 2a Diáspora Grega.

Com a desestruturação do genos, a propriedade, antes comunal, será distribuída de acordo com a proximidade com o pater; os mais bem favorecidos eram chamados de Eupátridas (bem nascidos) e iam compor a aristocracia da maioria das cidades, que voltam a se organizar.

A Pólis Grega

A palavra pólis, em grego, quer dizer “cidade”. A fundação de cidades nos três territórios que compunham o Mundo Grego realizou-se basicamente entre os séculos VII e VI a.C., por ocasião da Segunda Diáspora, quando os tempos homéricos iam chegando ao fim.

Com a desintegração do sistema gentílico, as cidades (Pólis) foram se reorganizando. A Grécia possuía em seu território várias pólis, além das colônias; porém, cada cidade destas constituía-se como unidade urbana autônoma política, jurídica e militar; eram as Cidades-estado. A cidade-estado é a grande característica organizacional da Grécia Antiga. Conclui-se, então, que não havia uma centralização política na Grécia Antiga, entretanto havia uma unidade cultural. Logo, não estudamos uma nação grega, mas sim um “Mundo Grego”.

Esparta

Localizada no interior, mais precisamente na Planície da Lacônia (Península do Peloponeso), Esparta se destacou como uma cidade fechada, estamentalizada e rigidamente controlada. A sociedade espartana era guiada politicamente por uma oligarquia. Fundada no século IX a.C., às margens do Rio Eurotas, pelos dórios, que tiveram, a partir da sua tradição guerreira, uma evolução distinta das demais pólis. Com relação à estrutura social, Esparta dividiase em três estamentos (não havia mobilidade social).

O modo de vida espartano, rigidamente regulamentado, visava perpetuar, de todas as formas, a estrutura social. Ao nascer, a criança espartana era submetida a um rigoroso exame físico; se apresentasse o mínimo defeito ou até mesmo pouca robustez, era sumariamente morta, pois os espartanos primavam pela boa forma física.

A educação do cidadão espartano era dirigida intensamente para a obediência à autoridade e para a aptidão física, fundamentais a um Estado militarizado. As crianças ficavam com as suas famílias até os sete anos de idade, quando então os meninos eram entregues aos cuidados do Estado. Aprendendo a viver em duras condições, sob rígida disciplina, obtinham, até os dezoito anos, uma férrea educação guerreira. Com esta idade, ingressavam no exército, tornando-se “Hoplitas”. Aos trinta anos, tornavam-se cidadãos, recebendo um lote de terra e escravos (estatal), sendo-lhes, então, permitido casar e ter participação política. Somente aos sessenta anos, os espartanos eram desmobilizados do exército, podendo fazer parte da gerúsia (Conselho de Anciões).

A estrutura política de Esparta era controlada por uma oligarquia (governo de poucos) e era constituída dos seguintes órgãos:

Os Éforos (vigilantes) controlavam os reis e os membros da Gerúsia. Havia mais três organismos políticos.

A Diarquia (dois reis), descendente das duas principais famílias espartanas, tinha funções religiosas e guerreiras. Havia uma Assembléia Popular, composta pelos cidadãos, e que tinha função de votar as leis e escolher os gerontes.

Por último, havia a Gerúsia, composta por 28 membros da aristocracia, com idade superior a sessenta anos, que tinha funções legislativas e de corte suprema.

A organização militar de Esparta tornou-se a mais poderosa da Grécia. Cada espartano era excelente guerreiro. A Infantaria espartana tinha fama de ser invencível, e raros eram aqueles que conseguiam impedir seus ataques. Alguns dos principais traços desenvolvidos pela cultura militarista de Esparta foram, a saber: a xenofobia e o laconismo.

Atenas

A cidade de Atenas desenvolveu-se na região da Ática, uma península localizada no sudoeste da Grécia. Ainda que possuísse um solo pouco fértil, a Ática era notável pelos seus portos e pelas suas riquezas minerais. Os jônios povoaram a Ática pacificamente, fundindo-se aos povoados primitivos. Os novos ricos, isto é, os indivíduos que haviam enriquecido, principalmente através do comércio, pretendiam alcançar o poder político. Para tanto, era necessário romper a hegemonia aristocrática. Para as camadas pobres, as reivindicações eram de natureza mais social, tal como o acesso à terra.

Sociedade Ateniense

• Eupátridas
• Georgois
• Thetas
• Metecos (estrangeiros)
• Escravos

Por volta do século Vlll a.C, a camada social dominante era constituída pelos eupátridas, que vinham a ser grandes proprietários de terras férteis. Abaixo deles, situavam-se os georgois, proprietários de terras de pouca fertilidade. Em épocas de colheitas ruins, os georgois tomavam empréstimos aos eupátridas, dando a própria terra como penhor. O resultado é que muitos deles perdiam as suas terras e muitas vezes, a própria liberdade, tornando-se escravos. Existiam os marginalizados, geralmente vivendo nas cidades; estes despossuídos eram chamados thetas.

Os eupátridas monopolizavam o poder monárquico e hereditário encabeçado pelo Basileu, até que acabaram com o poder deste rei, que foi substituído pelos Arcontes (juízes). Foi criado um conselho, o Areópago, composto por eupátridas, que tinham como função fiscalizar os Arcontes. Estabelecia-se, assim, o domínio pleno da aristocracia. Desenvolvendo-se economicamente através do comércio marítimo, Atenas conheceu suas primeiras crises políticas com as reivindicações apresentadas pelos homens enriquecidos e miseráveis excluídos.

Por volta do século VII a.C., iniciaram-se as manifestações destes grupos (partidos políticos), que reivindicavam uma maior amplitude política. Estes, que até agiram, algumas vezes, violentamente, exigiam um código de leis escritas que tinha como pontos principais:

1. A abolição da escravidão por dívidas;
2. Maior participação política.

Também havia homens encarregados de propor algumas reformas na vida da cidade. Como fruto destas pressões, surgiram os legisladores. O pioneiro foi Drácon que, em 621 a.C., compilou um código de leis altamente severo. Por exemplo: ele impôs a pena de morte para a maioria dos crimes. Assim, mesmo com as leis escritas, as desigualdades continuavam ativando o descontentamento, levando, conseqüentemente, à ocorrência de choques sociais.

Em 594 a.C., Sólon, um outro legislador, empreendeu reformas legais mais amplas, abarcando os interesses dos populares. Basicamente, pode-se destacar como artigos inéditos do código escrito de Sólon:

1. O fim da escravidão por dívidas.
2. A participação política com critério censitário (de acordo com as posses).
3. A unificação do sistema de pesos e medidas.
4. Criação de órgãos: Bulé (Conselho dos quatrocentos): propor leis;
Eclésia (Assembléia Popular): aprovava as medidas da bulé;
Helieu (Tribunal de Justiça): aplicava as leis.

As conturbações políticas que se seguiram à reforma de Sólon permitiram o surgimento dos tiranos, ditadores que usurparam o Poder. Para os gregos, no início, a palavra “tirano” designava um grande líder, campeão das causas do povo. Mais tarde, o termo passou a ser sinônimo de governante não popular e contrário aos interesses do povo.

A Democracia Grega

Entre os anos de 508 e 502 a.C., surgiu em Atenas a democracia, criada a partir das reformas de Clístenes, um aristocrata pertencente ao Partido Popular. O novo Conselho dos Quinhentos passou a ser o órgão mais importante do governo, uma vez que elaborava os projetos de lei e controlava a administração. A assembléia popular (Eclésia) discutia, podendo aceitar ou não, leis e medidas sugeridos pelo Conselho dos Quinhentos. Examinava as contas dos magistrados e decidia sobre as declarações de guerra. O Helieu passou a ser constituído por doze tribunais, nos quais 6000 cidadãos, revezando-se, exerciam funções de juízes.

O poder executivo passou a ser exercido por um grupo de estrátegos escolhidos, por ano, pela assembléia. Os órgãos políticos que, tradicionalmente, eram dominados pela nobreza foram esvaziados de suas funções – como aconteceu com os Arcontes, ao mesmo tempo em que se ampliaram os poderes da Eclésia (assembléia popular). Desta, participavam todos os cidadãos com mais de 18 anos. A Eclésia tornou-se o supremo órgão político do Estado: fazia leis, vigiava os juízes e resolvia todos os negócios.

Uma das reformas mais peculiares de Clístenes foi a instituição do Ostracismo, estabelecendo exílio de 10 anos. Foi criado com o objetivo de não permitir, no futuro, a implantação da Tirania. Todo cidadão sobre o qual recaía a suspeita de que agira para atentar contra a liberdade do Estado era sentenciado pela Eclésia a viver desterrado de Atenas por 10 anos.

Clístenes, representante dos ricos comerciantes, no entanto, não fez nenhuma lei a favor dos escravos ou para resolver problemas econômicos dos cidadãos pobres. A Democracia Ateniense era uma democracia escravista. O trabalho escravo era a base da vida econômica da sociedade, e os trabalhadores escravos, que constituíam, senão a maioria, pelo menos uma parcela considerável da população da Ática, não possuíam quaisquer direitos políticos. Os estrangeiros (metecos), sendo em geral comerciantes, tinham determinados direitos civis, e as mulheres atenienses estavam excluídas também de qualquer direito político.

Guerra Clássica

As Guerras Médicas e a Luta pela Hegemonia

Entre os gregos, os persas eram conhecidos como bárbaros, pois não falavam a língua grega, não cultuavam os deuses do Olimpo e não possuíam as mesmas leis. Pode-se, com certeza, afirmar que a causa principal para as guerras entre gregos e persas foi o imperialismo persa rumo ao ocidente. No tempo em que a democracia se afirmava em Atenas, os persas, com grandes extensões dominadas no oriente, avançavam em direção ao oeste na Ásia Menor e nas Ilhas do Egeu. As Cidades-Estado gregas não aceitaram o avanço sobre suas colônias e iniciaram-se as Guerras Médicas (490 a.C. – 449 a.C.).

Essa foi apenas a primeira de uma série de guerras fatricidas. O avanço dos persas, comandado por Dário I, só foi detido com a organização dos gregos em uma Confederação, a Liga de Delos. Esta união das cidades gregas, que não pode ser entendida como nacionalista, foi decisiva para a vitória. Encabeçada por Atenas, a Liga de Delos impôs aos persas a assinatura, em 449 a.C., da “Paz de Kálias”, documento pelo qual os persas reconheciam a supremacia grega no Egeu.

As Guerras Médicas possibilitaram a hegemonia ateniense, que se utilizou da Liga de Delos por, pelo menos, três décadas: é a fase do Imperialismo Ateniense. Porém, as cidades que haviam permanecido oligárquicas reuniram-se sob a liderança espartana, formando a Liga do Peloponeso. Esta Confederação tinha como principal objetivo opor-se à hegemonia ateniense. Os enfrentamentos entre Esparta e Atenas, e seus respectivos blocos, iniciaram-se em 431 a.C., era a Guerra do Peloponeso.

As lutas prosseguiram até 404 a.C., quando, na Batalha de Egos Pótamos, a hegemonia de Atenas foi posta por terra juntamente com os muros desta cidade. Assim como Atenas, Esparta adotou uma política imperialista que foi mais rigorosa do que a sua antecessora, porém, esta logo se verá derrotada por Tebas (com apoio de Atenas) em 371 a.C. Em 338 a.C., após a derrota na Batalha de Queronéia, os gregos eram dominados pelos macedônios. Chegava ao fim a história do povo grego livre, que só seria independente novamente em 1828 da nossa era.

O Período Helenístico

O período será marcado por Alexandre, homem que possuía grande conhecimento da cultura grega, haja vista ter sido educado pelo filósofo grego Aristóteles. Após dominar a Grécia, Alexandre atravessou o Helesponto, em direção ao Oriente. A expansão de Alexandre foi seguida de várias conquistas como a dos persas, do Egito (onde fundou a mais famosa das cidades com o nome de Alexandria).

A morte precoce de Alexandre, aos 33 anos de idade (323 a.C.), no entanto, foi de grande impacto para o império, pois ele foi dividido entre seus generais. Sob o ponto de vista cultural, o resultado da expansão de Alexandre foi a fusão da cultura grega com a oriental, que recebeu o nome de Cultura Helenística.

No campo das ciências, ocorreu grande impulso: na Astronomia, destacou-se Ptolomeu, que defendeu a tese do sistema geocêntrico. Na filosofia, novas doutrinas apareceram: como o estoicismo, fundado por Zenão, que valorizava a felicidade pela virtude; o epicurismo, cujo nome deriva de Epicuro, que sustentava o encontro da felicidade na busca do prazer; e, por último, o ceticismo, fundado por Pirro, que defendia a ausência de julgamento sobre as coisas e a impossibilidade de conhecer a essência delas.

A Cultura Grega

Características

São características básicas da cultura grega:

Antropocentrismo: premissa que tem o homem como principal ponto de atenção da atitude reflexiva, ou seja, o ser humano é o principal tema da produção filosófica e cultural.

Racionalismo: explicação dos fenômenos naturais, sociais e políticos de forma racional, sem a interferência do mito. É a busca da razão primeira das coisas.

lndividualismo: atribuição de um valor moral autônomo ao homem; preocupação com os anseios particulares do indivíduo.

Naturalismo: busca da representação da realidade, conforme o que é sentido pelo homem.

Religião

A religião grega não possuía dogmas, a verdade religiosa era indefinida e variável. As várias centenas de deuses gregos (politeísmo) tinham uma função prática, estes se ocupavam de atividades humanas e elementos da natureza.

Aberta às práticas de outros povos, a religião grega não possuía uma rigidez no culto, podendo este ser praticado de várias formas e em qualquer lugar, inclusive nos lares. A religião grega é explicada pela mitologia, ou seja, a tradição dos mitos gregos (deuses e heróis).

Deuses:

1. Zeus: senhor de todos os deuses;
2. Hera: esposa de Zeus;
3. Atena: filha de Zeus, protetora das artes e da sabedoria (em sua honra foi construído o Partenon);
4. Apolo: deus da luz;
5. Artêmis: deusa da caça;
6. Hermes: mensageiro dos deuses;
7. Dionísio: deus do vinho;
8. Afrodite: deusa do amor;
9. Ares: deusa da guerra.

Heróis:

Na mitologia, encontramos também uma série de heróis. Estes eram semideuses, responsáveis por grandes façanhas. Segundo a interpretação científica, os heróis seriam uma representação da eterna luta do homem para dominar a natureza:

1. Teseu: combateu e derrotou o Minotauro (monstro cujo corpo era metade homem e metade touro), que estava escondido no Palácio de Cnossos, em Creta.

2. Édipo: libertou a cidade de Tebas da perigosa Esfinge (monstro com cabeça de mulher, corpo de leão e asas de pássaro).

3. Perseu: matou a Górgona (monstro com dentes afiados e cabeça repleta de serpentes, que transformava em pedra todos aqueles que a olhavam).

4. Hércules: considerado o maior dos heróis. Tinha uma poderosa força, capaz de realizar imensos esforços.

Filosofia e Ciência

A filosofia grega surgiu com a busca da superação do mito por meio do apelo à razão. Os estudiosos da época eram chamados filósofos (“amigos da sabedoria”). Talvez o principal legado da filosofia grega para o pensamento ocidental tenha sido a idéia de que o mundo é governado por leis e princípios universais, os quais podem ser conhecidos pelo pensamento humano, rompendo com a tradicional concepção dos conhecimentos secretos e misteriosos só atingíveis pela religião.

Platão

Em sua obra política, “A República”, Platão criou os princípios daquilo que seria um Estado ideal. Neste, existiriam três classes: a aristocracia intelectual, os guerreiros e os trabalhadores. A aristocracia intelectual seria constituída de filósofos que exerceriam o governo; os guerreiros se responsabilizariam pela segurança do Estado; os trabalhadores, cuidando da produção e da distribuição das riquezas, sustentariam as camadas dominantes, mas estariam privados de qualquer participação na vida política. Dessa república, os poetas deveriam ser banidos como elemento de perturbação.

Aristóteles

Da mesma forma que Platão, Aristóteles acreditava que a condição de vida das classes trabalhadoras impedia o conhecimento da verdade e, portanto, a prática da virtude. Tratando da organização política das cidades, Platão dizia: “A constituição perfeita nunca fará de um trabalhador manual um cidadão”. Aristóteles, por sua vez, afirmava: “Nenhuma das ocupações manuais tem nobreza, é impossível aos que cultivam a virtude levarem a vida de um operário ou de um jornaleiro”.

As Artes, Arquitetura, Escultura e Pintura

A Escultura atingiu na Época Clássica seu maior desenvolvimento, com destaque para os escultores Fídias e Miron. As estátuas demonstram uma representação realista de temas rurais, sentimentos humanos, cenas desportivas e demais aspectos da vida grega. Na Pintura, o destaque é a decoração de cerâmica com motivos que representam cenas mitológicas e os costumes. As artes plásticas, bem como as demais manifestações artísticas dos gregos, procuram representar o homem em toda a sua plenitude física, colocando-o como o centro do universo (antropocentrismo).

Literatura e Teatro

As poesias épicas já existiam desde os primórdios da Grécia e as mais conhecidas obras deste período são a Ilíada e a Odisséia, cuja autoria é atribuída a Homero e que representa importante fonte histórica para o estudo da sociedade grega sob o regime da comunidade gentílica e do período de transição para a sociedade escravista.

Um outro poeta que deve ser lembrado é Hesíodo, por sua preocupação social com os pequenos proprietários rurais e com a origem do mundo e a história dos deuses. Na poesia lírica, destacaram-se Safo, Anacreonte e Píndaro, que cantavam o amor, o gozo e os prazeres. O Teatro foi uma das maiores realizações dos gregos antigos, cujas influências ainda existem em nossos dias.

Os gregos praticavam dois gêneros dramáticos: a Tragédia e a Comédia. A Tragédia originou-se das festas Dionísicas onde aconteciam grandes espetáculos públicos, já com elementos dramáticos que comporiam a representação teatral. Construíram-se grandes edifícios públicos para a exibição das peças teatrais.

Os grandes autores de Tragédias foram Ésquilo, Sófocles e Eurípedes que escreviam sobre temas político-sociais. A comédia, surgida também em Atenas, teve como representante máximo Aristófanes, que satirizou a sociedade, a política, a justiça e os costumes urbanos daqueles tempos.

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