História e Biografia de Emmy Noether

Assim como Hipatia, a matemática Amalie Emmy Noether era filha de um matemático e professor universitário. Mais conhecida por seu trabalho com a álgebra abstrata, ela cresceu na cidade universitária de Erlangen, na Alemanha, onde seu pai frequentemente reunia os filhos, Emmy e três irmãos mais novos, a sua volta para explicar problemas matemáticos. Quando a Universidade de Erlangen permitiu o ingresso de mulheres, Emmy Noether foi uma das duas únicas mulheres entre seus mil alunos, completando seu doutorado com todas as honras, em 1907.

Embora as universidades alemães admitissen alunas, elas ainda não permitiam que as mulheres se tornassem professoras. Emmy passou os oito anos seguintes em casa, já que seu pai estava ficando cada vez mais doente, e costumava dar aulas por ele – sem receber pagamento -, como profesora-substituta. Em 1916, David Hilbert e Felix klein, que estavam trabalhando com a Teoria da Relatividade de Einsten na Universidade de Gottingen, convidaram-na para se juntar a seu grupo de pesquisa. Quando a universidade se recusou a contratar uma mulher, David Hilbert conseguiu que ela desse palestras – também sem receber pagamento – anunciando-as em seu nome. Emmy, que possuía um talento único para trabalhar com conceitos abstratos e visualizar conexões complexas, conquistou o respeito dos alunos e do corpo docente. Em 1920, ela apresentou um ensaio sobre a construção, com fundamento anxiomático, de uma teoria completamente geral de ideaism trabalho que marcaria sua contribuição única para a álgebra abstrata.

Depois que Adolph Hitler subiu ao poder na Alemanha, em 1933, Emmy imigrou para os Estados Unidos e aceitou o cargo de professora na Faculdade Bryn Mawr, perto da Filadélfia. Ela também trabalhou no Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Princetown. Quando Emmy Noether morreu inesperadamente devido a complicações de uma cirurgia de rotina, com 53 anos de idade, Albert Einstein (1879-1955), que havia usado o trabalho dela sobre a teoria dos invariantes para formular parte de seu próprio trabalho com a relatividade, a elogiou, chamando-a de “o gênio matemático criativo mais significativo já produzido desde que a educação superior para as mulheres foi iniciada’.

(1882-1935)