História da Arte na Grécia


Séculos VII a V a.C:
Entre os diferentes climas temperados do mar nas múltiplas ilhas, grandes e pequenas, do mediterrâneo oriental e nas costas recortadas por inúmeras enseadas das penínsulas da Grécia a Ásia Menor estavam o povo cretense cuja arte foi copiada no continente grego, sobretudo em Micenas. Nos primeiros séculos de seu domínio sobre a Grécia, a arte dessas tribos ora bastante rude desgraciosa e primitiva. Nada existe nessas obras que lembre, mesmo de longe, o alegre movimento do estilo cretense, pareciam superar até os egípcios em rigidez. As cenas representadas faziam parte do desenho austero e rigoroso.
Na Grécia do século VI a.C., os artistas dos antigos impérios orientais tinham – se empenhado em obter um tipo peculiar de perfeição. As tribos gregas tinham-se instalado em várias cidades pequenas e em portos de abrigo ao longo da costa. Havia muita rivalidade e atritos entre essas comunidades, mas nenhuma delas conseguiu-se dominar todas as outras.Quando os artistas começaram a fazer estátuas de pedras, partiram do ponto em que os egípcios pararam, estudaram e imitaram seus modelos, dos quais aprenderam como reproduzir a figura de um jovem de pé, marcando as divisões do corpo e os músculos que o mantêm unido, os artistas apresentam-se de forma que se limitava em obedecer a fórmulas fixas por melhor que elas fossem.

Contrários aos egípcios que baseavam sua arte no conhecimento, os gregos usavam seus próprios olhos, o sorriso de suas esculturas surgia de uma experiência embaraçada, com uma postura rígida parecia criar impressão de falsidade. Sobre a pintura egípcia pouco se soube, alguma maneira que se pode formar uma vaga idéia de seu surgimento está em observar as decorações em cerâmicas. Neles também se encontram os vastos métodos egípcios.

Começaram assim a representar como realmente viam, foi justamente através desses artistas que surgiam a técnica do escorço. Passou-se a ter a pretensão de levar em conta o ângulo de onde o artista via o objeto, logo as técnicas mudavam-se aos poucos, e era possível notar os nítidos contornos, incluindo-se o conhecimento do corpo humano.

Amantes das linhas firmes e planos equilibrados. Podemos concluir que o artista tinha a intenção de imitar um rosto real, com todas as suas imperfeições, mas o modelava a partir de seus conhecimentos sobre a forma humana.

Século IV a.C a I d.C A Beleza do Império Grego

O artista revela-se agora orgulhoso do seu imenso poder e gradualmente durante o século IV discutiam pinturas e estátuas como discutiam poemas e teatro e elogiavam sua beleza ou criticavam sua forma e concepção. Durante todo o século, os artistas estiveram analisando se empenhavam em insuflar cada vez mais vida nos corpulentos modelos antigos.

Século I a IV d. C

A maioria dos artistas que trabalhavam em Roma eram gregos, e a maioria dos colecionadores romanos adquiria obras dos grandes mestres gregos ou cópias dessas obras. A esses artistas foram confiadas diferentes tarefas e eles tiveram, por conseguinte, que se adaptar aos novos métodos.

O mais citado do edifício é o Panteão, templo dedicado a todos os deuses. O único templo da antiguidade clássica que sempre se conservou como local de culto. Os romanos agiam dentro de seu principal objetivo, narravam as façanhas de um herói e procuravam o grande valor para as religiões.

A arte grega e romana, que tinha ensinado o homem a visualizar deuses e heróis com belas formas, também ajudou os indianos a criar uma imagem do seu salvador. Outra religião Oriental que aprendeu a representar suas histórias sagradas para a construção dos crentes foi a judaica. Mesmo pela proibição que tinha em relação às imagens, temendo a idolatria. Suas imagens distanciavam da realidade justamente pelo medo de pecar, e as imagens apenas restringiam-se a lembrar, pois, a manifestação do poder de Deus.

Foi exatamente através deles que surgiu a primeira representação de Jesus, apesar das origens da arte cristã estarem ainda mais longe. Os primeiros artistas chamados a pintar imagens para lugares cristãos de sepultamento – as catacumbas humanas. A representação pictórica deixara de existir como uma coisa bela por si mesma. Seu principal intuito era recordar agora aos fiéis um dos exemplos do poder e da misericórdia de Deus.

Começava a separar os ideais de fiel imitação, atentando-se à idéia de clareza e simplicidade, procurando o máximo de nitidez e objetividade. A arte primitiva cristã pode ser comparada à tentativa infantil de se criar um desenho.

De traços simples e contornos toscos, suas imagens eram privadas de apuro técnico, pois não eram executadas por artistas profissionais e sim por homens simples da sociedade cristã ainda perseguida pela proibição ao cristianismo. Suas imagens giravam em torno dos símbolos cristãos, como a âncora, a palma, a cruz e o peixe, símbolo predileto dos cristãos.

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